Sobrevivi para cantar meus versos
Céu, mar, fadiga...
As correntes me arrastaram fundo
Para além de outro oceano
Onde a morte crua soprava
Seu hálito gélido em minhas narinas
Pairando sobre nossas cabeças
Um anjo com asas de aço surgiu
E em resgate no mar
Seus dois braços mergulhou
A morte nua veio beijar a minha boca
Mas, sobrevivi para cantar a história.
dedicado a :
Gilberto Sápia Filho (companheiro de oceano)
Surfista anônimo (que trouxe um primeiro descanso emprestando sua prancha)
Corpo de resgate da praia de pitangueiras guarujá ( trabalho rápido e perfeito)
As correntes me arrastaram fundo
Para além de outro oceano
Onde a morte crua soprava
Seu hálito gélido em minhas narinas
Pairando sobre nossas cabeças
Um anjo com asas de aço surgiu
E em resgate no mar
Seus dois braços mergulhou
A morte nua veio beijar a minha boca
Mas, sobrevivi para cantar a história.
dedicado a :
Gilberto Sápia Filho (companheiro de oceano)
Surfista anônimo (que trouxe um primeiro descanso emprestando sua prancha)
Corpo de resgate da praia de pitangueiras guarujá ( trabalho rápido e perfeito)


3 Comments:
Olá Walter, como vai?
Lindo o poema.
Senti a mão de Deus. Você quase se foi? Me conte mais a respeito.
Saudades de ti my friend.
Adicione um gadget p/ que possamos acompanhar o seu blog.
Beijos.
Gostei... gostei muito... dá pra sentir um pouco o que vc passou....
beijo grande
Gostei. Parabéns. Mauricio
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