Na parada de ônibus
Um carro te deixa no mesmo ponto
onde estou
E me ponho a te olhar amarrando os tênis
Te olho e quero olhar mais
Mas detenho por instantes meu olhar
para não te constranger tanto
mas preciso voltar a te ver
Venta nos teus cabelos
enquanto cruza os braços e tenta se proteger do frio
Não te miro por alguns instantes,
longos... longos momentos esses pequenos
instantes
Longos cabelos ao vento e cruzo meus braços
para tentar me proteger
Faz frio
Contemplo tuas mãos livres de adereços
Belas mãos
O vento é frio e não tenho na mochila
uma manta que proteja a nós
Troco as pilhas do meu rádio e te olho
uma vez mais
Meu ônibus chega muito rápido
Vou embora levando comigo tua imagem,
mas, se você pode ler estes versos...
É porque eu pude te olhar outra vez.
onde estou
E me ponho a te olhar amarrando os tênis
Te olho e quero olhar mais
Mas detenho por instantes meu olhar
para não te constranger tanto
mas preciso voltar a te ver
Venta nos teus cabelos
enquanto cruza os braços e tenta se proteger do frio
Não te miro por alguns instantes,
longos... longos momentos esses pequenos
instantes
Longos cabelos ao vento e cruzo meus braços
para tentar me proteger
Faz frio
Contemplo tuas mãos livres de adereços
Belas mãos
O vento é frio e não tenho na mochila
uma manta que proteja a nós
Troco as pilhas do meu rádio e te olho
uma vez mais
Meu ônibus chega muito rápido
Vou embora levando comigo tua imagem,
mas, se você pode ler estes versos...
É porque eu pude te olhar outra vez.

